Estilistas inovam e ajudam o meio ambiente com roupas sustentáveis

No 'Tá na Moda', Aline Lima conheceu duas profissionais que produzem peças de roupas a partir de materiais descartados, como rede de pesca, lona de barco e café


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O quadro ‘Tá Na Moda’ deste sábado (13), Aline Lima mostra que o trabalho sustentável pode ser voltado para a área das vestimentas e ainda por cima gera uma cadeia muito positiva e consciente. Ao lado das estilistas Gabriele Meirelles e Flavia Aranha, a apresentadora entende como que materiais descartados na natureza, como lona de barco, rede de pesca e até mesmo borra de café, podem compor de forma harmônica uma peça de roupa.

Gabriele Meirelles é responsável por criar roupas com materiais reaproveitados: a moda consciente. Toda essa criatividade da estilista aflorou quando Gabriele conheceu o capitão Cabral, da ONG Mar Limpo, que recupera objetos descartados no mar, como lonas e redes de pesca, e procura parceiros que queiram reaproveitar essas peças, gerando uma corrente sustentável.

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“Na nossa cabeça quase não dá para aproveitar, mas quando a Gabi olhou isso, ela teve a ideia maravilhosa de fazer aquela bolsa, que está fazendo o maior sucesso”, conta o Capitão Cabral sobre as redes de pesca que ele fornece para a estilista realizar o trabalho.

Animados com os resultados das peças, Cabral e Gabriele se esforçam para destinar outros materiais encontrados no meio ambiente, que estariam impactando o local.

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Quem também pensa na moda de uma maneira consciente é a estilista Flavia Aranha. Natural de Campinas (SP), a profissional tem peças que fazem sucesso dentro e fora do país.
“O nosso objetivo aqui é juntar o conhecimento tradicional com a inovação tecnológica e criar um futuro”, diz a estilista Flavia Aranha.


O trabalho de Flavia consiste em usar tingimentos naturais para as suas peças, como de plantas, casca de cebola e até borra de café, gerando assim um impacto bem mais baixo na natureza. “A gente faz uma pesquisa grande para entender quais plantas tem cores”, pontua Aranha.


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Fonte: Gshow

Mulheres criam empresas e conciliam carreira e maternidade

A maternidade se tornou a oportunidade para muitas mulheres abrirem o próprio negócio


A recolocação no mercado de trabalho depois da chegada dos filhos pode se tornar um caminho difícil para muitas mulheres. De acordo com pesquisa da Catho, de 2017, 21% das mulheres demoram mais de três anos para conseguir um cargo depois da maternidade. Entretanto, outro percentual chama a atenção: 13% delas decidem não trabalhar mais fora de casa.

Dentro desse número, há quem escolha empreender no mercado infantil, como Ariane Chiebao, 27, que transformou a startup Aurora Sling em fonte de renda.

Ariane Chiebao - Carreira e Maternidade - Costura
Ariane Chiebao - Carreira e Maternidade

Quando deu a luz ao primeiro filho, ainda em 2011, Ariane trabalhava na ONG Lua Nova, que desenvolvia projetos comunitários. “Não me sentia bem em deixar ele em alguma escola para estar trabalhando. Na ONG, espalhávamos a ideia de aproximar mãe e bebê e acabou se tornando uma coisa bem controversa, porque eu estava longe do meu filho”.

Pouco tempo depois, ela decidiu sair do emprego e durante dois anos continuou desenvolvendo trabalhos em fotografia e publicidade, sempre perto do filho. Até surgir a oportunidade de abrir uma loja virtual, que comercializa, principalmente, carregadores para bebês. “Queria muito aprender a costurar e percebi que poderia aplicar o que eu sabia fazer em casa para conseguir uma renda”.

No início do trabalho, Ariane recebia cerca de 500 reais mensais em retorno. Atualmente, ela lucra de 3.000 e 4.000 reais. “Ganho mais do que quando eu tinha um emprego formal e trabalho apenas quatro horas por dia”, contou a empreendedora.

Atualmente, ela pesquisa materiais para tornar o custo dos produtos mais acessível para as mães de baixa renda.

Outras mulheres também se tornaram empreendedoras apenas quando a maternidade possibilitou a escolha. Três delas decidiram investir na plataforma digital do Elo7.

É o caso de Isamara Barbosa, 43, que em 2011 se mudou para São Paulo com o marido. Na época, ela conseguiu um emprego na cidade como publicitária, área de formação, mas a partir daí começou a pensar em maneiras de estar mais presente na vida da filha, que até então tinha 2 anos.

Isamara Barbosa - Carreira e Maternidade - Costura
Isamara Barbosa - Carreira e Maternidade

“Ficar longe dela foi pesando pra mim porque quando decidi ser mãe, era pra ser uma mãe presente”, contou a empreendedora.

Como publicitária, Isamara já havia tido contato com o scrapbook, técnica de colagem para personalizar objetos com quase qualquer material, e usou o procedimento para elaborar alguns itens da festa de aniversário de sua filha. O trabalho recebeu muitos elogios e a partir desse momento, ela sentiu a necessidade de abrir o próprio negócio.

Em 2011, a empreendedora abriu o site para comercializar seus produtos, que são, principalmente, decoração para festas. “Ainda fiquei trabalhando no outro emprego, mas conversei com meu marido sobre sair, porque se continuasse fazendo as duas coisas ia ficar maluca”.

Além da loja virtual ScrapIsa, Isamara começou a dar aulas de scrapbook para complementar a renda, uma vez que não consegue dedicar 100% do seu tempo para o negócio.

Diferentemente de Isamara, a produtora editorial, Karen Abe, 35, não pôde decidir entre manter ou não o emprego. Com mais de 10 anos de experiência nas áreas de design e marketing, ela foi dispensada no mesmo dia que voltou da licença-maternidade.

“Nunca imaginei que seria dispensada, era super workaholic. Quando comuniquei que estava grávida, descobri como era a relação entre empresa e contratada, me tornei dispensável. Foi estressante até conseguir a licença”.

Antes da licença, a empresa avisou que Karen seria realocada para outro projeto assim que acabasse o prazo do afastamento. “Não criei suposições, porque à princípio eu ia voltar”.

“Fiquei muito mal, nunca tinha ficado sem trabalhar. Tive a sensação de ser inútil”, contou ela. Na época, sua filha tinha 5 meses.

Karen Abe - Carreira e Maternidade - Costura
Karen Abe - Carreira e Maternidade

Com o apoio do marido, a produtora decidiu que ficaria em casa com a filha até que ela completasse um ano. Após o período, ela recebeu algumas propostas, mas decidiu revisar algumas ideias e tomou a decisão de não voltar ao mercado.

Antes mesmo de se dar conta, ela já tinha dado o pontapé inicial em um negócio. “Comprei vários tecidos na 25 de março e comecei a costurar. Fiz o primeiro babador pra minha filha e então alguns conhecidos começaram a pedir que eu fizesse para eles também”.

Assim, nasceu, em 2014, a loja virtual Caramelito, com produtos voltados para o universo mamãe-bebê, comercializa itens como babadores, almofadas e colares para amamentação.

A renda de Karen é menor do que quando trabalhava no mercado de trabalho, mas o valor varia de acordo com o período do ano – em janeiro, por exemplo, ela conseguiu um retorno de 10 mil reais.

A design de moda, Tais Refinetti, 35, trabalhou muitos anos como modelista em São Paulo, mas com o nascimento do primeiro filho, em dezembro de 2012, deixou de trabalhar fora. Nesse período que passou com o filho, recebeu um pedido do sobrinho “Ele tinha três anos e pediu pra ‘tia que costurava’ uma fantasia de búfalo”.

Tais Refinetti - Carreira e Maternidade - Costura
Tais Refinetti - Carreira e Maternidade

Tais começou a trabalhar na fantasia, que fez sucesso na escola em que o menino frequentava. E surgiram diversos pedidos de outras mães pelas mesmas peças de roupa.

A irmã, Ana, foi a ponte entre os primeiros clientes e Tais, que enxergou na costura um novo negócio. Atualmente, as duas trabalham juntas no projeto, que agora possuí algumas etapas terceirizadas.

Em 2014, foi criou a loja virtual Taioca, o nome faz referência ao apelido pelo qual Ana chamava a irmã – as primeiras roupas foram as de bichos, que incluíam tubarões, dinossauros e outros animais. Também são comercializadas roupas de princesas.

A empreendedora chega a faturar 6.000 reais mensais. “Nunca cheguei a colocar na ponta do lápis, mas eu acredito que hoje em dia minha renda seja maior do que quando trabalhei formalmente. Não pago com estacionamento, escola em tempo integral para meu filho, nem alimentação fora de casa”, contou.

A parceria entre as irmãs parece ter dado certo “Sempre morri de medo de ser empreendedora, quem me deu corda pra produzir os produtos foi minha irmã”.


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Fonte: Veja

Ex-doméstica de MG vira estilista e faz sucesso com coleções de lingerie

Ediléia é a principal referência em Juruaia, MG, conhecida por suas confecções de moda íntima. Dona de um ateliê, ela tem uma história marcada por sonhos e superação.

Ex-doméstica vira estilista


Pelas ruas e avenidas de Juruaia (MG), cidade de pouco mais de 9 mil habitantes no Sul de Minas, é comum ver confecções e fachadas de lojas com o produto que colocou a cidade no mapa do vestuário brasileiro – a lingerie. Mas é em uma rua estreita, fora da área central, onde uma história importante da cidade começou a nascer. Ali, a ex-doméstica Ediléia Oliveira passou a infância costurando roupas de boneca e grandes sonhos. Ela cresceu, se tornou estilista e, hoje, é exemplo de sucesso e empreendedorismo.

A casa com fachada simples contrasta com um imóvel impecável nos fundos, em um lugar feito de sonhos. É no ateliê construído há seis anos que Ediléia Aparecida de Oliveira e Silva, a estilista Ediléia Oliveira, como é conhecida na cidade, cria muitas das coleções de moda íntima que tornaram Juruaia o terceiro polo no setor.

Hoje com 37 anos, Ediléia conta uma história de muito trabalho e dedicação ao mundo da moda. Já são 20 anos desde que começou a se dedicar à arte de criar e costurar lingerie.

A trajetória começou muito antes e o amor pelos desenhos e moldes veio ainda na infância. “Sempre amei desenhar. Meus cadernos da escola eram todos muito coloridos. Gostava de fazer roupas pras minhas bonecas, trancada no meu quarto”.

Ex-doméstica vira estilista


Primeiros passos


Ediléia começou a costurar sozinha, mas o gosto veio por influência das tias, que costuravam as próprias roupas e ganhavam o dinheiro do sustento com a costura. A necessidade financeira e vontade de ser independente da renda dos pais fez com que ela, ainda aos 15 anos, decidisse trabalhar como doméstica em Guaxupé (MG).

“Tive uma infância difícil. Minha família sempre regulou muito o dinheiro. Eu via meus amigos cheios de lápis de cor, roupas novas e eu queria ter também. Como sempre fui ambiciosa e quis buscar coisas boas pra mim, tive que ir atrás de alternativas para viver e encontrei isso no trabalho como doméstica”.

Foi por insistência do pai, o principal incentivador do dom de Ediléia, que ela decidiu voltar para Juruaia aos 17 anos e trabalhar com corte e costura. E a volta pra casa veio com um incentivo e tanto – o pai deu a ela de presente a primeira máquina de costura.

Assim, decidiu transformar a casa simples da família em seu primeiro ateliê. “Eu colocava a mesa de corte no meio da cozinha. A sala era onde eu atendia as primeiras clientes. Em um dos quartos ficavam minhas máquinas e o meu próprio quarto virou o provador das roupas”.

Com a máquina em mãos, começou a trabalhar para as primeiras lojas de moda íntima de Juruaia. “Meus primeiros passos foram junto com a cidade. Há 20 anos, as primeiras confecções começaram a abrir e eu tive a chance de começar junto. Trabalhei nas áreas de produção, corte e modelagem. Passei por todos os processos”.

A busca por outros caminhos


Aos seus 21 anos, como muitas jovens em idade para o vestibular, Ediléia decidiu que era hora de tentar um curso superior em uma cidade maior. Foi para Franca, no interior de São Paulo, e fez a prova para uma faculdade pública. Sua ideia era entrar no curso de direito. “Era um curso tradicional e eu sentia que era muito importante ter uma profissão. Fui pelo que achava que seria interessante para minha vida”.

A vaga na faculdade não veio e a jovem decidiu fazer um curso pré-vestibular ainda em Franca, onde ficou por dois anos. Entre os estudos, o amor pela moda continuou presente e Ediléia conseguiu emprego em duas confecções.

Os dois anos em outra cidade e a frustração de não conseguir entrar na faculdade pública fez a jovem perceber que voltar para Juruaia era a melhor escolha.

“Quando fui embora, eu achava que minha vida era em outra cidade. Que iria me casar, ter minha família e trabalhar fora de Juruaia. Mas a vida me fez enxergar que não precisava ir para a cidade grande para me destacar. Sempre há campo de trabalho pra todos que correm atrás”.

De volta ao mundo das confecções na pequena cidade do interior, ela conciliou por anos o trabalho nas confecções durante o dia e as encomendas particulares à noite. Os pedidos para a estilista começaram a aumentar a cada dia e Ediléia se descobriu uma empreendedora – era hora de trabalhar com suas próprias clientes e voltar a sonhar com seu ateliê.

Realizações


Juruaia virou o cenário perfeito para continuar a caminhada. A ideia de mudar seus planos de lugar deu espaço a uma realização plena. “Sempre tive minha vida muito bem traçada na minha cabeça. Eu via em revistas uma casa bacana, uma viagem incrível, uma família feliz, e sonhava com tudo aquilo pra mim. Foi em Juruaia que realizei tudo isso.”

Sobre as viagens, atravessou o oceano e conheceu países como Inglaterra, França, Holanda e Bélgica. A primeira delas, a Paris em 2015, foi a trabalho. “Fui com um grupo visitar importantes feiras de moda íntima e buscar referências para minhas criações. Fiquei encantada com aquele mundo e em 2016 quis voltar a passeio com o meu marido e apresentar tudo aquilo pra ele”.

O maior dos sonhos, porém, foi concretizado com o próprio ateliê. “Eu sempre imaginava um lugar amplo, com uma mesa e espelho grandes, onde as pessoas chegassem e se sentissem em um grande guarda-roupa. Aqui, tenho meus tecidos, minhas linhas, desenhos, máquinas e moldes. Tudo levou anos para ficar pronto, mas ficou do jeitinho que eu sempre sonhei”. O lugar recebe todos os dias clientes interessadas em todos os tipos de roupa, além das donas de confecções de lingerie de Juruaia.

As peças íntimas, aliás, viraram o “xodó” da estilista. “A parte mais gostosa de criar uma lingerie é você começar do ‘zero’, brincar com diferentes tecidos e moldes até chegar a uma peça linda. Quando vejo minhas criações nas vitrines das lojas ou catálogos, sinto uma felicidade muito grande. Vejo o quanto consegui me destacar”.

Com anos de cursos curtos em cidades como Campinas (SP) e São Paulo (SP), e agora cursando a faculdade de moda à distância, Ediléia construiu suas próprias referências e já desenhou coleções para as principais lojas de Juruaia. Suas criações levam na costura uma pequena placa com sua assinatura, o que, para ela, traz um valor diferenciado à lingerie e é muito valorizado pelas clientes.

Carinho pela história e conselhos de carreira


Ao olhar pra trás, toda a caminhada faz muito sentido a quem hoje é uma estilista de referência. “Eu me sinto completamente realizada quando vejo minha história porque eu saí ‘do nada’. Aos 24 anos, cheguei a ouvir da minha própria mãe que nada daria certo pra mim, que eu sonhava mais alto que podia. Mas eu sempre tive muito foco em ter um nome, ter um trabalho que me desse dinheiro e realizasse meus sonhos. Meu plano de vida deu muito certo”.
Apesar do caminho não ser fácil, Ediléia avisa que ter objetivos bem traçados é fundamental para quem quer ser estilista.

“É preciso ter muita paixão e gostar muito de pesquisar. Não fiz faculdade, mas eu estudei muito nos tantos cursos que fiz. Leio muito, me dedico diariamente. Penso que a pessoa tem que ter bastante garra e persistência”.

O maior conselho de Ediléia? “Que a pessoa ‘se jogue’, arrisque e dê o seu melhor. Que também tenha os pés no chão e saiba que nem sempre vai ser fácil. Mas que saiba que o sucesso um dia vem e o sabor dele é maravilhoso”.

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Fonte: G1

Lilica Ripilica apresenta linha inspirada na alta costura: “Lilica Atelier”

A coleção Lilica Atelier foi criada para celebrar momentos especiais com delicadeza e sofisticação


Lilica Atelier
Lilica Atelier


Um conto de fadas fashion para meninas com alma de princesa, um sonho que se torna realidade pelas mãos da Lilica Ripilica. Mais um capítulo da história da marca começa agora com a chegada da linha Lilica Atelier.

Com inspiração de alta costura, a coleção de estreia traz peças exclusivas para dias de festa e ocasiões únicas, looks românticos com acabamentos especiais, materiais nobres, cores e estampas elegantes e cheias de personalidade.

Em destaque, vestidos em linha A e estilo princesa de renda guipir, organza e jacquard com bordados manuais, sendo um deles em versões idênticas nos tamanhos infantil e adulto para mães e filhas – um verdadeiro charme! O preto e o vermelho contrastam em harmonia com suaves tons de off white e rosé vintage, além de tradicionais pinturas florais que ganham ares contemporâneos sobre fundos escuros.

Para fechar a primeira coleção com classe, a Lilica Atelier também traz trench coats em vermelho, rosé e florido, um bolero de pelo, acessórios como bolsa com aplicação de pedraria, tiaras com pérolas e laços de gorgorão, e sapatinhos para composições atemporais e inesquecíveis. As peças da linha Lilica Atelier poderão ser encontradas, a partir do mês de maio nas lojas franqueadas da rede Lilica&Tigor.

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Biblioteca Infantil realiza oficina de caixa de costura para o Dia das Mães

A Diretoria de Bibliotecas da Secretaria Municipal de Cultura (SMC), por meio da Biblioteca Pública Infantil de Londrina, irá realizar uma oficina de confecção de caixa de costura em comemoração ao Dia das Mães, que será celebrado no dia 14 de maio. A atividade é gratuita e ocorre nos dias 10 e 12 de maio (quarta e sexta-feira) em dois períodos: das 9 às 10h30 e das 13h30 às 15 horas. A Biblioteca infantil fica na Praça 1º de Maio, 110 (em frente à Concha Acústica) e o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.

oficina de caixa de costura
Oficina de caixa de costura


A oficina é aberta para crianças a partir de sete anos de idade e as inscrições podem ser feitas a partir do dia 2 de maio, pessoalmente, na sede da biblioteca, ou pelo telefone 3371-6603.

De acordo com a bibliotecária responsável pela Biblioteca Infantil, Marcia Lumi Hasuda Ono, os participantes do encontro irão aprender a produzir uma caixa de costura personalizada para dar de presente às mães. Cada criança deverá levar um pote de sorvete vazio (dois litros) e uma placa de E.V.A. de qualquer cor. "Por meio de diferentes atividades e abordagens, nosso objetivo é fazer com que a Biblioteca Infantil se torne, cada dia mais, um espaço interativo que dialogue com a comunidade, oferecendo opções de aprendizado e exercendo seu papel social", destacou.


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Fonte: Bonde

Ateliê de costura garante confecção e entrega de vestidos de noivas em menos de 30 dias

Atelier Elis Noivas também garante compromisso para vestidos de debutantes

Ateliê de costura garante confecção e entrega de vestidos de noivas em menos de 30 dias
Ateliê de costura garante confecção e entrega de vestidos de noivas em menos de 30 dias


A escolha do vestido da noiva, na maioria dos casos, faz parte de um ritual que inclui incontáveis visitas a lojas ou ateliês de costura. Todo cuidado não é à toa. Durante a cerimônia, todos os olhares estarão voltados para ele; e a peça, para muitas noivas, fica como uma lembrança de um dos dias mais importantes de sua vida. E o que fazer quando ocorre um imprevisto com o vestido às vésperas do casamento? Como conseguir um outro modelo em menos de um mês? Um ateliê na Taquara (RJ) garante a confecção de uma peça nova em folha, do jeito que a noiva pedir, em menos de 30 dias. O compromisso ousado é firmado pela costureira Elis Sinis, proprietária do Atelier Elis Noivas.

Recebo noivas desesperadas em busca de uma solução rápida. Tem noiva que encomenda vestido da China e se decepciona quando a encomenda chega. Às vezes, nem chega. Tem aquelas que aceitam vestidos usados por parentes, mas quando experimentam não é aquilo com que sonharam — conta a costureira, ressaltando, porém, que o número de clientes “desesperadas” por um vestido em tempo recorde é minoria, em torno de quatro por mês.

Com pouco mais de dois meses para a data do casamento (realizado no último dia 21), a médica Marielly Rabelo ainda não havia conseguido encontrar o vestido dos seus sonhos. Com a data da cerimônia se aproximando, a ideia foi recorrer ao ateliê.

Queria alugar um vestido usado que vi na rede social do ateliê, mas a noiva acabou comprando o vestido. A solução foi pedir uma réplica, mas tinha que ser feito rápido porque a data estava se aproximando. Pedi umas modificações para ficar do meu gosto, e ficou maravilhoso — diz a médica.

A indecisão também rondou a estudante Ramara Vitória até dois meses antes do seu casamento, no último dia 12.

Durante cinco meses, experimentei mais de 50 vestidos, e nada me agradou. Ninguém mais queria pegar meu vestido para fazer, exigiam cinco meses de antecedência. Cheguei aqui (no Atelier Elis Noivas) faltando dois meses para eu me casar e disse: “Preciso de um vestido”. Expliquei como queria, e eles começaram do zero — lembra Ramara.

Apesar de trabalhar contra o relógio, Elis — que tem outras 11 costureiras em seu time — garante um resultado esmerado em todos os modelos, independentemente do tempo gasto na confecções.


Faço um atendimento personalizado. Preciso entrar no mundo daquela noiva, pois o vestido retrata a personalidade dela. Mesmo nas peças feitas em menos de 30 dias, crio algo que se identifique com quem vai usá-lo. Estou lidando com o sonho de criança de muitas delas — diz Elis, que também trabalha com a produção rápida de vestidos de debutantes.

Na primeira locação, o preço de um vestido, feito sob medida, fica entre R$ 3.500 e R$ 6 mil. Se a noiva quiser ficar com a peça, o ateliê cobra uma taxa de 40% sobre o valor. Já os preços dos vestidos de segunda locação ficam entre R$ 1.800 e R$ 2.500.


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Fonte: O Globo

Criadoras de cooperativa de moda, vão lançar nova marca

Projeto social virou cooperativa e agora marca. Ana-Tê promove desfile dia 23 no Teatro do Sesc Canoas


Tem marca nova de confecção chegando na região de Canoas. Ana-Tê é o nome. Por trás do lançamento estão duas mulheres que talvez nunca tenham pregado um botão ou feito a bainha de uma calça. Parece sonho? E é mesmo. Brincadeiras à parte, quando as amigas Ione Gutierres e Marlene Kostelnaki pensaram em lançar um projeto social há cinco anos, elas só queriam fazer o bem. Não imaginavam que a ideia ganharia tamanha dimensão.


Criadoras de cooperativa de moda
Criadoras de cooperativa de moda


Primeiro, as duas inscreveram o projeto "Confeccionando Sonhos" no edital da Petrobras sem entender muito de corte e costura. Ione é bióloga; Marilene arquiteta. Mas a vontade move o mundo. Então a dupla arregaçou as mangas e trabalhou muito. Foram contempladas com uma iniciativa que previa a formação de 30 mulheres na área de costura. Todas oriundas de um território "pacificado" em Esteio, conforme relata Ione. "A ideia era que elas conseguissem garantir trabalho e renda após a profissionalização", explica. "Algumas foram inseridas no mercado de trabalho logo após terminarem os cursos no Senac/Canoas, que entrou como parceiro."

O processo deu tão certo que levou a uma fase dois, quando Ione e Marlene pensaram em expandir a ideia para uma cooperativa. Angariaram novamente 30 "moças" e "pediram ajuda aos universitários." Garantiram mais uma vez o apoio do Senac e também do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) para tocar o projeto que foi novamente contemplado em um edital da Petrobras.

Por todo o empenho, a Cooperativa Amatear já vive, embora ainda não resulte em dinheiro para as trabalhadoras. Tudo isso vai ser passado, assim que a marca for lançada no desfile que foi especialmente planejado para acontecer no Teatro do Sesc Canoas no próximo dia 23. "Vamos nos reunir com o público, lojistas, jornalistas para apresentar a marca Ana-Tê", aponta Marlene. "Essas mulheres trabalharam muito e merecem o reconhecimento. E nossa marca merece o sucesso."


Parte decisiva no processo


Não faltava experiência a Ione e Marlene na criação de projetos. Há anos as duas já faziam parte da Associação para Projeto Pesquisa e Ação Ambiental e Social (Abrasinos). No entanto, todos diziam respeito ao meio ambiente. Por isso foi tão importante o envolvimento do Sescoop e do Senac, representado pela figura da diretora dos cursos de moda Stifani Herpich. "Entramos com toda a parte de pesquisa e desenvolvimento dos modelos, pensamos nos looks e nas peças que seriam produzidas", esclarece. O aprendizado, no entanto, tem sido garantido pelas próprias profissionais que trabalham na cooperativa em Esteio. "Elas se tornaram multiplicadoras. Aprenderam com os cursos e já estão preparadas a repassar o conhecimento a outras", garante a professora. "Agora, quem quiser se especializar mais, precisa voltar ao Senac."

Reviravolta no mundo da moda


O mundo da moda sempre foi assim: as coleções eram lançadas, mas quem estava por trás do corte, longe da passarela, ficava nas sombras. Ninguém queria saber quem foi que pregou o botão, mas sim quem desenhou o último modelito. Hoje, no entanto, existe uma mudança nesse comportamento. Cada vez mais as grandes empresas querem ver a origem do produto que vai chegar ao consumidor. Melhor para os pequenos negócios como a cooperativa montada através do projeto "Confeccionando Sonhos", que ganha pontos pela transparência que envolve todo o processo. Nos próximos dias, as organizadoras vão estar lançando na internet fotos e vídeos sobre detalhes a respeito da nova marca e do projeto.

Com a melhor mão de obra


O projeto da Ione e Marlene garantiu às costureiras o que existe de melhor no setor de maquinário para corte e costura. Isso, contudo, não significa menos trabalho. É que apesar de todos os avanços da tecnologia, o princípio básico continua sendo as mãos da costureira. Ao contrário de outros setores automatizados, nenhuma máquina conseguiu substituir a habilidade humana com linha e agulha.

Contato


Para saber mais sobre o lançamento da Ana-Tê, que acontece no próximo dia 23, a partir das 19 horas, no Teatro do Sesc, basta entrar em contato com o Senac Canoas através do 3476-7222.

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A mulher que costura sonhos…

Ela vestia as bonecas Susi que tinha em casa. Fazia roupinhas para todas, modelava, costurava ainda na infância. Com 16 anos já vestia a família toda para as festas graças às suas criações. Fez faculdade de Biologia ( na época não existia Faculdade de Moda) porque queria também entender o universo e a vida; fez ainda cursos diversos ao longo dos anos sobre autoconhecimento para lidar com suas inquietações e questionamentos internos. O que ela ganhou com isso? Miriam Carvalho, 59 anos, hoje é uma das grandes estilistas da cidade. Não ganhou só reconhecimento nos seus 35 anos de trabalho – completados agora em 2017 –  mas também um jeito de ‘levar sua energia para as roupas e costurar sonhos das pessoas’, dizia um velho amigo.

Miriam Carvalho, a mulher que costura sonhos
Miriam Carvalho, a mulher que costura sonhos

Hoje, Miriam é uma das empreendedoras de sucesso de Jundiaí e conta sua história agora. “Comecei muito jovem. Fazia roupa das bonecas, depois para a família.  Até que no fim da minha faculdade resolvi comprar vestido de noiva para revender. Comprava mas sempre mexia neles. Então fiz um curso de alta costura francesa e resolvi eu mesma fazer os meus modelos”, lembrou. Miriam, porém, não cresceu de repente, diferente de tantas histórias de empreendedores meteóricos. Ela sabia que tinha que ter os pés no chão, colocar seus filhos em primeiro lugar e trabalhar. Trabalhar duro.

Ela conseguiu chegar na terceira geração de clientes. Fez vestidos de noiva para as clientes, para as filhas dessas clientes e está já fazendo os vestidos para as netas usarem em sua festa de debutantes. “Vim de uma época que não era comum alugar vestido. A gente fazia mesmo para a cliente comprar. Resisti um pouco nessa tendência, mas me rendi”, confessa ao lembrar que o mercado de moda no Brasil é bastante adepto ao aluguel de roupas.

Passando conhecimento

Miriam teve três filhos, mas apenas uma seguiu os passos dela. Mara Isa é formada em moda, e gerencia o ateliê da mãe. O olhar mais jovem e de gestora fez com que Miriam, nos últimos anos, se consolidasse ainda mais no mercado da moda. Ela teve chance sim de fazer grandes desfiles, sair do país, mas sempre optou em ficar em Jundiaí. Faz peças genuinamente jundiaienses. Hoje, garante que é realizada e comemora seus recomeços. Está no seu recomeço mais recente. Miriam continua trabalhando, no entanto, com um ritmo menos acelerado. “Passava madrugadas inteiras costurando com as crianças dormindo na sala de costura junto comigo”, brinca. E ensina:

“As pessoas não precisam de muitas coisas para serem felizes. Não precisam de um corpo perfeito, por exemplo, para vestir um modelo bonito. Não precisam de bens materiais. Precisam de luz interior. É isso que tento passar para as minhas clientes e amigas”.

Ah sim, porque ali, em seu ateliê, no centro de Jundiaí numa casa antiga e pra lá de charmosa, a maioria que pisa ali, vira amiga da Miriam mesmo.

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Fonte: tudo.com.vc

Mulher transforma roupas velhas em peças cheias de estilo para a família

Tem dias que, com a criatividade em baixa, abrimos o guarda-roupa e repetimos a mesma lamúria de sempre: “não tenho nada para vestir”. Meio exagerado, não é mesmo? Não precisamos comprar peças novas toda semana para desfilar por aí com elegância, estilo e conforto.

Costura - Antes e Depois


Novas combinações são sempre possíveis, bem como aquelas reforminhas básicas em peças que a gente não curte mais.

Esse é o lema de vida da youtuber Sara Tyau, capaz de verdadeiros milagres com uma máquina de costura, criatividade e muito jogo de cintura. Em vez de se desfazer de peças velhas e sem uso, Sara aproveita os dotes manuais e cria roupas incríveis para ela e as filhas. A transformação é realmente inacreditável.

Camisas largas de flanela se transformam em vestidos, uma blusa listrada é reaproveitada como saia estampada e até mesmo um vestido de noiva ultrapassado ganha uma carinha moderna a estilosa com as reformas criativas de Sara.

Veja os milagres empreendidos por Sara na galeria abaixo:

Costura - Antes e Depois

Costura - Antes e Depois

Costura - Antes e Depois

Costura - Antes e Depois

Costura - Antes e Depois

Costura - Antes e Depois

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Fonte: Virgula

Mostra apresenta bordados de artesãs de Minas Gerais

Os primeiros bordados de Marilene Alair da Silva sugiram ainda na infância. A habilidade com as mãos começou a se desenvolver em uma brincadeira. Vendo sua mãe trabalhar na máquina de costura, ela tentava imitar usando agulha e linhas. Hoje, aos 49 anos, seu prazer é sua fonte de renda.

Trabalho apresentado na exposição Bordado Reinventado, em Belo Horizonte
Trabalho apresentado na exposição Bordado Reinventado, em Belo Horizonte

Nascida em Sabará (MG) e residindo em Lagoa Dourada (MG) há seis anos, a bordadeira lembra que as encomendas começaram a surgir com frequência ainda na cidade natal após ter feito o enxoval de seu próprio casamento. “Muitas pessoas acharam bonito e vieram me procurar para saber se poderia fazer para elas. Aos poucos, eu fui diversificando minha produção”, conta.

Constantemente se renovando, Marilene fez cursos de cerâmica e outras técnicas e atualmente trabalha também com esculturas. Em uma delas, retrata três beija-flores cujos corpos de argila sustentam asas bordadas. Ao centro da obra, há um pequeno tronco de madeira.

Este trabalho é um dos 100 que estão expostos no Centro de Arte Popular da Cemig (rua Gonçalves Dias, 1608 – Lourdes), em Belo Horizonte, até o dia 28 de abril. São peças produzidas por profissionais de diferentes gerações e de diversos municípios mineiros. A exposição Bordado Reinventado foi motivada pelo Dia do Artesão, celebrado no último domingo (19).

A mostra é organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Integrado e Fóruns Regionais (Seedif) de Minas Gerais e a entrada é franca. “É uma forma de aproximar a população da atividade e ampliar o acesso a uma arte e uma tradição. O bordado é uma manifestação que corre riscos em função da modernização tecnológica, da expansão da indústria têxtil e dessa globalização que traz produtos similares de outros países como a China”, diz o titular da pasta, Wadson Ribeiro.

As palavras do secretário encontram eco na experiência de Marilene. A ideia de inovar e passar a utilizar bordados em esculturas junto com outras técnicas foi também uma resposta aos desafios que o mercado apresentou. “Algumas peças tiveram redução nas vendas. Cada vez menos noivos buscam essa confecção manual de enxoval, por exemplo. Então eu procurei me renovar para atingir novos públicos”, explica.

Por outro lado, a bordadeira garante que a atividade está bem viva e atraindo novas gerações. Sua filha de 26 anos, que também participa da produção, é um exemplo. Mas não só ela. Marilene conta que também ministrou cursos e oficinas nestas duas cidades e em outras também. “Já ensinei grupos nos quais 80% dos participantes eram jovens”.

Mutirão


O artesanato mineiro dominou, no ano passado, o 4º Prêmio Sebrae Top 100, um dos mais cobiçados do setor. Foram 13 premiados, superando Pernambuco, com dez agraciados, e Pará e Santa Catarina, com sete cada um. Segundo estimativas da Seedif, o estado de Minas Gerais reúne ao todo 300 mil artesões fomenta uma cadeia produtiva responsável por movimentar cerca de R$ 2,2 bilhões por ano.

Estamos falando de uma profissão ainda não regulamentada em lei, mas que desenvolve uma atividade cultural de grande impacto econômico. E quando falamos de Minas Gerais, estamos falando de algo em torno de 10% do artesanato brasileiro”, afirma o secretário Wadson Ribeiro.

A Seedif, porém, busca estratégias para mapear com mais precisão o setor. Criada em 2012 como desdobramento do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), a Carteira Nacional do Artesão é o principal mecanismo para este mapeamento. Ela é fornecida gratuitamente e funciona como uma identificação nacional do trabalhador. Entre os benefícios de possuí-la estão facilidades para participar em feiras de artesanato no país e no exterior e para realizar oficinas e cursos na área.

No último domingo (19), houve um mutirão para cadastro em Belo Horizonte. O desafio ainda é grande. Até o momento, apenas 2,9 mil carteiras foram entregues em Minas Gerais, o que significa que menos de 1% dos artesãos do estado foram alcançados.

Por esta razão, a Seedif dará início a uma caravana para atender artesãos de regiões mineiras onde a atividade tem mais força. “Quanto maior o alcance do cadastramento, maior será o poder de pressão deste segmento. Daí os artesãos poderão reivindicar políticas públicas que criem novas oportunidades de negócio, potencializem as atividades e organizem melhor a cadeia produtiva. Eles podem, por exemplo, obter crédito para aquisição de matéria-prima, mais reconhecimento, participação em feiras internacional”, diz o secretário Wadson Ribeiro.

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Fonte: BHAZ